Contrato para freelancer: você precisa fazer o seu agora mesmo!

Contrato para freelancer: você precisa fazer o seu agora mesmo!

O contrato para freelancer não é uma mera formalidade. Ele vai dar, além de um maior profissionalismo , a garantia de que você não vai ficar no prejuízo.

 

Uma das coisas boas de ser freelancer é manter certa informalidade. Você é mais livre pra fazer as coisas do seu jeito, sem se preocupar com muitos detalhes e burocracias tão necessárias no mundo corporativo.

Porém, se tem uma burocracia que é importante e pode “salvar a vida” de muito freela por aí é o contrato de prestação de serviços.

Se você ainda não sabe como fazer um contrato para freelancer, ou sequer se deu conta de como ele é importante para o seu negócio, meu amigo, este texto é tudo o que você precisa ler hoje.

Qual é a importância do contrato para freelancer?

Parece óbvia a importância que tem um contrato para freelancer, mas muita gente, ainda assim, insiste em não fazer o seu na hora de fechar um trabalho. As consequências podem ser as mais variadas:

  • Seu cliente pode não pagar pelos serviços que você prestou
  • Ele pode exigir coisas que não estavam previstas
  • Pode alegar que você não fez algo
  • Ou desrespeitar os prazos estabelecidos

Se você fizer um contrato, tudo isso poderá ser evitado, já que todos esses detalhes como valores, serviços a serem prestados e prazos estarão neste documento.

Além disso, estabelecer um contrato demonstra que ambas as partes estão não só comprometidas em fazer tudo da forma correta, sabendo dos seus deveres, direitos e obrigações, mas também estão empenhadas em desenvolver juntas o melhor serviço.

O desenvolvimento de um contrato para freelancer torna tudo mais seguro e transparente para ambos os lados, diminui a inadimplência e posiciona você como um profissional de verdade, praticamente uma empresa, tirando aquele ar de informalidade.

O que o seu contrato precisa ter?

Escrever um contrato para freelancer não é um bicho de sete cabeças. Ele pode ser escrito por você mesmo, desde que respeite algumas regras, tenha as informações necessárias e seja redigido em linguagem formal e correta.

Se você quiser redigir seu contrato, precisa se atentar para algumas partes que são essenciais:

  • Identificação das partes – Seus dados e os do cliente. Nome, CPF, RG, endereço, e demais dados que achar necessário. No caso de empresa é essencial ter o CNPJ.
  • Descrição do trabalho – Tudo o que vai ser feito com todos os detalhes. Não deixe nada de fora. Quanto mais detalhado, melhor para ambas as partes.
  • Direitos e deveres – Especificar se vai ter alguma particularidade nesta relação de trabalho como a disponibilização de algum material por parte do contratante, se haverá necessidade de visitas ou qualquer outra situação diferenciada que deve ser lembrada aqui.
  • Prazos – Detalhe quanto tempo levará para entregar cada parte ou o projeto inteiro.
  • Pagamentos – Detalhe qual será o valor do projeto ou de cada parte que será entregue e também as condições e prazos de pagamento, bem como cobrança de juros e multas, se for o caso.

A parte boa é que já existem muitos modelos na internet que você pode usar. Inclusive, aqui eu também estou disponibilizando um modelo de contrato para freelancer que costumo usar por aqui. É só você preencher com os seus dados, do cliente, do trabalho a ser realizado e pronto: contrato feito, direitos e deveres definidos e seu sono mais tranquilo.

Chegou a hora de assinar o contrato!

Relaxa, a parte difícil você já fez, que é preparar o contrato. Agora é só propor para o seu cliente, explicar a importância de manter a relação profissional e segura para ambos os lados e, com certeza, seu cliente assinará sem maiores problemas.

Se, por algum motivo, seu cliente não quiser assinar contrato, não pense que você está errado ou que isso não vale a pena. Pense que você está se livrando de um péssimo cliente; afinal, se ele é honesto e honra a própria palavra, por que não assinar o documento?

E, por fim, se você acha que assinar um contrato vai dar uma trabalheira com aquele cliente de longe, fique frio. Tenho uma ótima dica! Dê uma olhada no D4sign. Essa plataforma permite que você crie e assine documentos eletronicamente de forma rápida, prática e segura.

 

Tá esperando o quê? Baixe aqui esse modelo de contrato para freelancer e fique mais seguro em seus próximos freelas.

3 dicas para aumentar seu faturamento como freelancer

3 dicas para aumentar seu faturamento como freelancer

Falou em renda extra todo mundo se interessa, não é mesmo? Por isso vou te contar 3 coisas que fiz que me ajudaram a aumentar a renda como freelancer e ter mais segurança financeira.

A vida adulta se resume praticamente a pagar boletos. Por isso todos nós, quando viramos gente grande, iniciamos uma busca por mais faturamento para que, assim, a gente possa pagar os boletinhos sem estresse e ainda tentar fazer sobrar um dinheiro pra curtir a vida. E se você é freelancer, talvez esteja em busca de uma renda extra pra ter ainda mais segurança financeira e qualidade de vida. Você está no lugar certo. Vou te contar algumas dicas que uso na minha vida e que vão te ajudar a aumentar seu faturamento como freelancer.

Busque clientes/jobs fixos

Eu já tinha dado essa dica no meu artigo sobre vendas, mas nunca é demais relembrar.

Apesar do freelancer não ter um vínculo contínuo com uma empresa, é essencial que ele busque uma parceria para jobs fixos, que possam lhe dar uma quantia garantida todo mês. Se você é um designer, por exemplo, pode fechar contrato com uma empresa pra fazer as artes para redes sociais e marketing digital. Ela te paga um valor fixo mensal, você sabe que já tem algum trabalho garantido e pode se programar melhor, inclusive com seus gastos.

Se você conseguir fechar alguns clientes fixos, já tem uma certa segurança financeira, pois já sabe quanto receberá naquele mês, sem surpresas. Assim, à medida que seus clientes fixos forem aumentando, você pode optar por trabalhar com aqueles que são melhores ou contratar parceiros para ajudar a dar conta dos novos trabalhos.

Tenha um produto ou serviço para vender

Além de vender seu trabalho, você também pode tentar vender outros produtos e serviços. Uma excelente dica é trabalhar como afiliado de outras marcas para ter uma renda extra. Você pode, por exemplo, ser afiliado da Amazon e vender para a sua rede de contatos os produtos que eles comercializam na loja online. Você pode criar um site, vender através das suas redes sociais, email e das mais diversas formas que imaginar. A vantagem é que você está vendendo pra uma marca conhecida, não se preocupa com mais nada, a não ser divulgar o produto ou serviço. Depois você ganha uma porcentagem do valor vendido, como comissão.

Hoje existem vários programas de afiliados na internet onde você divulga os produtos de uma loja e ganha comissão pelas vendas. Afiliados.com, Rakuten, Amazon, Action Pay, Hotmart. Vale a pena pesquisar e conhecer um pouco mais sobre eles.

Pense também na hipótese de criar sua própria loja ou comércio online para vender seus produtos e serviços. Hoje é possível criar lojas pela internet de forma rápida e segura. E você pode vender tudo que imaginar, sem gastar muito, sem precisar alugar uma sala comercial, fazendo tudo da sua casa e usando as ferramentas que você encontra na internet.

Faça o dinheiro trabalhar para você

Você certamente já ouviu a frase: dinheiro chama dinheiro. E uma das formas mais certeiras de chamar dinheiro é fazendo investimentos e ganhando com a valorização e juros. Por isso, uma dica importante é investir em coisas que façam seu dinheiro render. Se tiver bastante dinheiro, pode investir em imóveis. Se não tiver tanto, pode começar fazendo investimentos em títulos públicos ou na bolsa de valores.

Tudo isso pode parecer complicado, mas, hoje em dia, com a internet, isso está muito mais fácil. Com aplicativos como Easynvest, Warren e vários outros, já é possível fazer investimentos, guardar dinheiro e lucrar muito mais do que apenas investindo em poupança. E tudo isso na palma da sua mão, fácil e rápido.

Quer mais uma dica? Conheça o canal da Nathalia Arcuri, o Me Poupe. Lá você vai ter outras incríveis dicas para guardar dinheiro e aprender a investir de forma segura e vantajosa, conseguindo uma boa renda extra e tendo a tão sonhada estabilidade financeira.

E se você quiser mais dicas, pode também se inscrever no meu Clube Vip e receber artigos especiais pelo whatsapp. Assim, além de compartilhar informação, você pode tirar suas dúvidas e eu posso te ajudar ainda mais.

Quanto cobrar por um Freela?

Quanto cobrar por um Freela?

É inevitável que a pergunta “quanto cobrar por um freela?” seja a primeira a ser feita quando o freelancer inicia sua jornada.

No ano passado através do Amarelo Criativo, nós fizemos uma pesquisa com o objetivo de saber como (e quanto) estão cobrando os freelancer em BH. O resultado você pode ouvir nesse podcast e infelizmente não foi dos melhores, e gerou até uma nova pesquisa, que logo mais estará no ar. Quando o assunto é descobrir quanto cobrar por um freela não saber por onde seguir

Não apenas por causa desta pesquisa mas também por motivos de: frequentemente essa é a principal dúvida pela qual sou procurando. A maioria dos freelancers que participam do Clube Vip me perguntam como e quanto cobrar.

A questão é que realmente não há uma tabela a ser seguida e nem informações o suficiente que nos traga segurança na hora de estabelecer um preço para um projeto.Na realidade o mercado é bastante competitivo e não existe (e nem existirá) um valor fixo para os freelas.

Além de cada pessoa ter seu próprio tempo, conhecimento e habilidades, cada projeto é igualmente único, exigindo diferentes níveis de complexidade, tempo de execução e com certeza irá depender também do budget (investimento) disponibilizado pelo cliente.

Por isso a forma que apresentarei abaixo é a que convencionalmente é mais usada e comum. No decorrer do post vou dando minha visão sobre esse método e dicas um pouco mais “pessoais” sobre esse método.

Definindo seu valor

Antes de falar de MONEY, vamos falar de uma coisa quase esquecida em todos os textos que li sobre precificação: QUANTO VALE seu trabalho? Ficou confuso? Eu explico: frequentemente eu escuto/leio/assisto a galera do mercado ensinando sobre encontrar o seu preço com base nos seus custos, mas esquecem um detalhe no caminho: seus custos não definem você.

Seus custos raramente vão definir seu VALOR, e valor estou falando do que você AGREGA aos seus projetos/clientes.

Se você tem um excelente atendimento e finaliza o projeto com um excepcional pós-venda, você definitivamente está entregando valor.

Caso você consiga entregar para seu cliente MAIS do que um site de venda: uma ferramenta de sucesso online, você está entregando VALOR.

Pode ser que para você uma logo represente apenas isso (se você pensa assim, acho que já é hora de repensar os motivos de suas vendas serem fracas, não acha?), quando na verdade você está entregando para ele uma “ferramenta” de comunicação poderosa, capaz de “marcar” e mente do cliente dele.

Será que te confundi mais ou consegui explicar bem? (As vezes me empolgo mesmo kkk)

“Agregar valor é anexar ao produto ou serviço, ideias práticas com objetivos claros e fáceis de mensurar.”

Novamente reafirmo: não estou falando de valor monetário, mas sim sobre o MOTIVO pelo qual teu cliente DEVE comprar de você.

Negócios hoje, não importa o nicho, necessitam ser focados no CONSUMIDOR e não no produto, seja lá qual for o serviço que você ofereça, ele precisa ter um VALOR AGREGADO e se não tem, você está em um caminho equivocado, volte três casas.

Dito isso, vamos aos finalmente: Uma vez que você saiba qual VALOR você agrega, não esqueça que isso também é um custo e muitas vezes ele é esquecido completamente na hora de precificar um produto. Isso porque precificar o valor que você agrega é quase impossível, mas vou te mostrar a minha forma de fazer isso.

Analisando a Concorrência

Naturalmente alguns profissionais mais experientes e habilidosos entenderam a máxima que falei sobre valor, e por conta disso e também de suas próprias habilidades e conhecimentos acabam por cobrar um pouco mais alto – Justo!

Em contrapartida profissionais menos experientes, que desconhecem a questão do valor e muito provavelmente não tão habilidosos, acabam cobrando mais barato.

Ainda assim informe-se sobre os valores praticados no mercado: veja outros amigos, conhecidos que “freelam”, pergunte nas redes, acesse pesquisas (logo mais teremos uma lá no Amarelo), recorra ao Pai Google se necessário.

Com essa informação em mente você terá uma perspectiva legal para seguir adiante.

Quanto custa sua hora?

Agora que chegamos aqui, precisamos saber qual o preço da sua hora de trabalho.

Para isso você precisa pegar um papel e uma caneta – Ah! E uma calculadora – ou abrir o excel, se preferir.

Tudo em mãos? Vamos seguir então.

É importante que você tenha noção de algumas coisas, a primeira dela é: Quanto você gostaria de ganhar mensalmente? 1 mil? 2 mil? 10 mil? Esse é o primeiro valor que você vai escrever/digitar aí.

Uma vez feito isso, vamos descobrir quanto você PRECISA receber mensalmente.

Em uma primeira coluna coloque todos os seus custos: Aluguel, água, condomínio, luz, alimentação/despesa, internet, coworking e custos pessoais (que consiga mensurar), como lazer, saídas e afins. Não deixe de colocar aí seu plano de saúde, condução (caso trabalhe em coworking), e também seu lazer (cinema, teatro, futebol, seja lá o que você faz para lazer, adicione aí também).

— PAUSA PARA UMA BREVE EXPLICAÇÃO —

Esses valores que eu coloco em lazer é a forma como eu MENSURO o meu VALOR entregue ao cliente. Isso é, eu me divirto, saio, vou a balada e com certeza vou ao cinema, e isso tudo está lá no meu preço por hora de trabalho, porque sei o quanto entrego de valor para cada cliente, sei qual meu nível de conhecimento/habilidade na minha área e considero que é aqui que o VALOR AGREGADO é realmente pago.

Diga-me: você não curte uma breja e um boa pausa do trabalho? Isso precisa ter um custo e necessita ser devidamente PAGO, afinal você entrega VALOR ao seu cliente final, e é dessa forma que seu próprio suor irá te retribuir

Atenção, essa é a forma como EU FAÇO, não é uma regra geral e em nenhum momento digo que seja a única forma de fazê-lo

——– VOLTAMOS PARA A PROGRAMAÇÃO NORMAL ——–

Na segunda coluna agora você deve colocar esses valores. Para as contas que são mensais mas que não possuam valor fixo (luz e água, por exemplo) você pode usar a média dos últimos três meses.

Agora você deve somar todos esses “custos”, e chegará a um resultado real de quanto você PRECISA.

Você se lembra que eu pedi pra você colocar antes de tudo o valor que você gostaria de receber? Então, compare eles, é igual? Superior? Inferior?

Essa primeira parte é também um exercício para você ter a real noção de quanto você custa de verdade e saber se suas expectativas (o que você gostaria de receber por mês) estão alinhadas com a realidade (o que você PRECISA receber por mês).

Muito bem, uma vez que tenha chegado a um valor final, você deverá levar em consideração a quantidade de horas que deseja trabalhar por mês.

Exemplo, vamos supor que você tenha chegado ao valor de R$ 5000, e que vá fazer uma jornada de 8 horas por dia, que dá um total de 40 horas semanais e por tanto 160 horas por mês. Você deve dividir os R$ 5000 por 160, chegando ao resultado de 31,25

Você chegou ao valor mínimo da sua hora. Perceba que ainda não haveria LUCRO se você utilizasse apenas esse valor como base.

Envolvendo outros custos ao projeto

Na hora de precificar um projeto você ainda deverá ter algum gasto com internet, com possíveis reuniões presenciais, talvez alguma alimentação para essas reuniões e afins.

Aqui é que esta o PULO do Gato, e muita gente esquece disso, na hora de descobrir quanto cobrar por um freela, você precisa levar em consideração as particularidades de cada projeto, por isso se faz essencial que seu briefing seja muito bem elaborado e você não fique com dúvidas.

Por aqui eu faço o seguinte: após leitura do briefing, caso fique alguma dúvida eu entro em contato com o cliente e anoto todas as minhas dúvidas, tiro todas as dúvidas em call ou e-mail ou whatsapp, e alinho todas as entregas iniciais. Feito isso e com tudo devidamente anotado eu estabeleço um número máximo de reuniões presenciais e de horas por call com esse cliente.

É claro que cada projeto vai dar uma quantidade diferente de horas, justamente por que cada projeto é único.

Uma vez que você saiba quantas horas vai gastar com reuniões e calls, adicione essas horas na sua tabela enquanto está criando seu orçamento.

É importante que gastos com uber/taxi/condução sejam incluidos em valor moeda – Quanto você gastará para ir até o cliente durante uma reunião presencial? Haverá alimentação na rua por conta disso? E assim por diante. As reuniões em si são “cobradas” por preço hora, mas os demais custos não.

Definindo o preço do projeto

Agora você tem seu custo por hora, e sabe alguns detalhes de quanto vai custar algumas atividades do projeto. Chegamos ao momento de estabelecer o valor do projeto em si.

Nesse momento o Briefing é super importante e você precisa saber cada etapa que será necessária para executar seu projeto.

Você precisa estar familiarizado com o seu processo e é preciso “quebrar” seu projeto em etapas.

Veja um exemplo de um projeto WEB:

PROJETO: Desenvolvimento de site

  • TAREFA 1: Configuração de Hospedagem
  • TAREFA 2: Instalação de WordPress
  • TAREFA 3: Configuração de WordPress
  • TAREFA 4: …

Uma vez que suas tarefas estejam bem divididas você precisará saber quanto tempo você gasta em cada tarefa, criando uma nova coluna com base no briefing/projeto específico.

PROJETO: Desenvolvimento de site

  • TAREFA 1: Configuração de Hospedagem | 1 hora
  • TAREFA 2: Instalação de WordPress | 1 hora e 30 min
  • TAREFA 3: Configuração de WordPress | 1 hora
  • TAREFA 4: … | etc…

TOTAL DE HORAS 3 horas e 30 min

É essencial que você saiba o tempo de cada atividade relacionada ao projeto. Adicione também as reuniões e calls como ATIVIDADES/TAREFAS nessa tabela e some a quantidade de horas que serão investidos ao todo.

Com essa informação em mãos multiplique o preço da sua hora pela quantidade de horas que serão executadas nesse projeto.

Exemplo: O projeto terá um total de 18 horas (considerando reuniões!) x 31,25 = R$ 562,50

Particularidade de cada projeto:

Não esqueça de somar também as particularidades ao projeto; foi necessário comprar alguma ferramenta? Há necessidade de terceirizar alguma atividade com outro freelancer? Será necessário algum investimento em algo diferente para esse projeto? Talvez você precise comprar algumas imagens?

Não importa, você não pode deixar de adicionar todos os custos envolvido.

Ok, mas e o Lucro?

Se você fez as contas certas você deve ter notado que mesmo “pagando” seu lazer o valor do projeto não está LUCRANDO.

Você É UMA EMPRESA e como tal almeja crescer e prosperar. É claro que seu principal objetivo precisa ser a entrega de RESULTADOS para seu cliente, mas isso não deve ser opor a sua lucratividade.

O lucro é o que sobra quando todas as contas são pagas e serve para algumas coisas: Reinvestir na empresa, investir em alguma renda passiva (tesouro direto, poupança, etc), ou mesmo pra gastar (moderadamente, ok?).

Muito bem, uma vez que você tenha chegado ao valor final do seu projeto, você precisará estabelecer uma margem de LUCRO nessa conta.

Minha sugestão é que você primeiro estabeleça um valor mínimo de lucro, aquele valor pelo qual você não poderá negociar: abaixo dele você não sente que esta ganhando.

Sendo assim, vamos novamente exemplificar: Suponhamos que o projeto acima citado tenha chegado ao total de R$ 890 reais, o preço mínimo de LUCRO estabelecido é de 50% sobre esse valor, assim: R$ 890 + 50% = R$ 1.335 esse é o valor mínimo pelo qual devo receber nesse projeto.

Eu posso usar um margem de lucro maior, como 80%, 90% ou até 100% (Novamente leve em consideração suas habilidades, conhecimentos e o valor que você REALMENTE agrega e entrega, seja sincero consigo mesmo).

Essa margem pode servir ainda para facilitar a negociação de preço. Convenhamos, a gente sabe que cliente as vezes chora, e por conta disso é que você precisa ter feito sua margem de lucro mínima.

Seguindo o exemplo anterior: minha margem mínima é de 50%, mas eu calculo e apresento ao meu cliente um total com a margem em 80%: R$ 1.602,00. Assim eu ganho uma margem de negociação de até R$ 267 (1602 – 1335).

Entretanto não use isso como argumento para cobrar mais barato: Você PRECISA se valorizar e se acredita no seu potencial e no valor de seu serviço, use essa margem apenas em casos específicos.

Algumas considerações

Você precisa conhecer seus serviços, estar íntimo de cada atividade em seus projetos, levar em consideração seu valor agregado e em hipótese alguma se desvalorizar.

Não saia cobrando mais barato na busca de fechar mais freelas, não vale a pena. Foque na prospecção e vendas diariamente e lembre-se: “Um não bem dado, evita um job mal pago!

Se toda a matemática também ficou difícil de acompanhar ou só deu aquela preguiça mesmo, eu super indico essa calculadora mágica aqui, com ela você poderá também ter uma noção bem legal e super completa de quanto cobrar por sua hora!

Por enquanto é isso, e se você gostou desse conteúdo ou ele te ajudou de alguma forma, não deixa de comentar aqui embaixo e compartilhar nas suas redes.

Até a próxima!

Finanças para Freelancers!

Finanças para Freelancers!

Finalmente o ano de 2018 chegou, e minha pergunta para você é: Como esta organizando sua finanças?

Como profissional freelancer é muito importante que suas finanças estejam em dia, seja através de planilhas ou aplicativos.

Esse controle é obrigatório e deve ser um hábito com alguns “rituais” especialmente como empreender! Lembre-se que você é seu próprio chefe e que se não tiver um controle bem disciplinado talvez precise passar alguns meses contando moedinhas. 

Eu sempre fui meio preguiçoso para organizar meu financeiro, eu confesso, mas com o tempo eu fui criando minha própria forma de enxergar essa rotina e hoje ela não só me faz bem como faz parte de meus hábitos essenciais.

Vou compartilhar algumas dicas e ideias de como gerenciar melhor suas finanças, assim como eu fiz, vamos lá?

1. Separe as finanças pessoais das despesas da empresa

Essa é uma dica que sempre fui meio “contra”, afinal sendo eu freelancer, como posso separar pessoal de empresa?

A questão foi respondida depois que tive algumas sessões com um Coach de Finanças, e me fez compreender que é essencial que eu me programe corretamente e compreenda até onde eu sou empresa e até onde sou “pessoa física”.

Na prática você precisa determinar o que é despesa da empresa – Softwares, máquinas, materiais de escritório, etc – e separar do que é despesa pessoal – comida, aluguel, lazer, por exemplo.

Quando falo sobre separar é literal: pegue um papel e uma caneta e anote todas as suas despesas.

Em outra folha comece a separar o que é “empresa” do que é “pessoal”. No caso de você ser um freelancer que usa Home Office, sugiro que coloque suas despesas como aluguel, água e luz divididos – Sendo 50% para empresa e 50% para pessoal – Isso facilitará a criação de preço e a compreensão de quanto ($$$) você PRECISA para continuar como Freelancer!

Uma vez que tenha realizado essa separação é momento de definir os valores de cada coisa. Na mesma folha que você colocou suas despesas separadas adicione o valor para cada item – No caso de luz e água, coloque a média dos três últimos boletos/contas/faturas.

Pronto você tem uma ideia do quadro geral do seu financeiro. Aproveite esse momento para refletir se você tem conseguido cumprir com esses gastos.

DICA: Trabalhe com metas claras para seus objetivos pessoais e profissionais. Ao fazer uma separação não esqueça de que LAZER é também um investimento pessoal e precisa ser devidamente contemplado, a ideia é que você consiga estabelecer uma meta de valor “previsto” mensalmente para cada categoria!

2. Tenha uma POUPANÇA

É essencial que você pense em longo prazo e nunca a um curto período. Viver como freelancer tem muitas vantagens, entretanto isso não descaracteriza as desvantagens desse estilo de vida: VOCÊ não tem mais “salário fixo” e precisa se prevenir em caso de imprevistos.

Haverão momentos de vacas magras – tenha certeza disso! – e com a poupança você conseguirá se precaver desse tipo de imprevisto com suas finanças.

A dica é que você estabeleça um valor fixo por mês para cada JOB que entra, de forma prática separe cerca de 10% de cada job fechado e deixe na poupança.

Tenha em mente que isso tem que SER UM HÁBITO fiel, do contrário de nada adiantará.

DICA: Procure contas digitais como a Nu Conta, que tem um excelente rendimento e não tem qualquer tarifa, pois assim além de deixar seu dinheiro guardado ele ainda renderá para você alguma coisa ao fim de cada mês

DICA 2: Não se atreva a pegar dinheiro da poupança atoa, ele deve ser usado em caso de imprevistos, não se iluda achando que você irá conseguir repor de novo!

3. Use uma planilha ou Aplicativo!

Eu não sou super fã de planilhas, basicamente sou um pouco mais chegado em App, entretanto já usei e até recomendo com alguma frequência o uso de planilhas – Para quem está começando e precisa compreender e criar um hábito. Você precisará sempre manter suas finanças em dia.

Por isso separei esse post do Aparelho Elétrico e lá tem uma explicação básica de como usar e tudo o mais.

Agora se você quer partir direto para o Aplicativo, opa! É comigo mesmo!

Minha primeira recomendação é que você precisa ter pelo menos 2 app: Um para o PESSOAL (Sim é preciso) e outro para EMPRESA – Tenha sempre em mente que SER FREELA não é fazer BICOS!

MOBILLS

Como app de finanças pessoais eu indico o Mobills que é leve, simples e versátil. Disponível em duas versões: Free e Premium.

Na versão Premium ele tem alguns pequenos detalhes de edição e poder de customização a mais, entretanto não há necessidade desses detalhes, a versão Free já quebra MUITO o galho.

Você pode criar sua conta grátis a partir do site do app.

ZEROPAPER

Já para finanças empresariais eu super recomendo o ZeroPaper, ele é muito simples e ainda mais fácil de lidar do que o Mobile.

Também em duas versões, porém desta vez a versão premium realmente fará diferença, por isso sugiro que se programe para adquirir a versão premium o quanto antes puder.

Esse APP te permite fazer emissão de boletos (para cobrar seus próximos jobs) e também emissão de Nota Fiscal, dois recursos que são necessários para quem freela e trabalha online.

Você pode criar sua conta grátis a partir do site do app.

4. Busque ter uma carteira fixa de clientes

O chamado FEE MENSAL é o sonho de todo empreendedor que oferece serviço. O Fee Mensal é um formato de trabalho muito comuns para agências, mas que também pode ser praticados por freelancers.

Consiste em cobrar um valor fixo mensal por uma quantidade “x” de serviços oferecidos em forma de Pacote.

O grande benefício do Fee Mensal é poder fazer contratos a longo prazo e obter previsibilidade de caixa, evitando surpresas desagradáveis no fim do mês.

Se você tem um cliente que sempre te pede algum serviço e no geral é o mesmo tipo procure oferecer o serviço de Fee para ele, oferecendo algum desconto uma vez que ele seria um cliente fixo da sua carteira.

Clientes Fee no geral tem prioridade de atendimento e não precisarão mais fazer orçamentos, contanto que estejam dentro do seu “pacote de serviço”.

5. Cobre de forma profissional.

Outra importante lição que aprendi enquanto freelancer: se quer receber por um serviço de forma profissional cobre como uma empresa.

Não cobre seus clientes apenas por depósito bancário, emita boletos e se possível aceite cartão. Já estamos em pleno século 21 e tecnologia não é mais um limitador.

Para tal eu indico o Gerencianet, a melhor solução que usei online até hoje!

É possível receber via boleto ou via cartão e as taxas são aplicáveis de acordo com teu perfil, o que já indica um redução gigantesca de taxas. Além disso você consegue usar o dinheiro em até 7 dias. As taxas só são aplicadas para cada “pagamento feito”, ou seja não há cobranças para você enquanto seu cliente não fizer um pagamento e é tudo automático.

Ao emitir boleto ou oferecer pagamento via cartão para seu cliente, você passará uma imagem muito mais profissional e séria.

Com um gerenciador como este você ainda pode emitir cobranças de forma automática o que reduz a taxa de inadimplência e te deixa mais “tranquilo” na hora de “cobrar” seu cliente.

Vale muito a pena!

A importância de manter controle financeiro para freelancer:

Eu passei aqui algumas dicas de ordem práticas que não pretende se findar em si mesma, isso é apenas um básico para quem está começando ou ainda tem alguma dificuldade. É impossível descrever uma “fórmula do sucesso”, mas é possível dar um start com o que passei aqui.

No entanto há uma coisa que é preciso levar em consideração antes mesmo de colocar qualquer dica em prática: Sua forma de pensar. Isso mesmo, a forma como você pensa influencia muito seus hábitos e atitudes, por isso tenha em mente que nenhuma dessas dicas irão surtir efeito se você não começar a pensar como um freelancer de sucesso!

É preciso acreditar, não desistir e ter resiliências para continuar mesmo em época de vacas magras! 

Por isso desejo a você nesse ano que você não tenha apenas mais prosperidade, mas obtenha maior sabedoria e força para a verdadeira mudança de seus hábitos!

Vamos iniciar 2018 com o pé direito?

Lembre-se que estou sempre disponível aqui ou no whatsapp!

Aproveito para te fazer um convite a participar da minha lista de whatsapp, onde compartilho textos como esse e muito mais dicas pontuais e diretas!

Basta clicar aqui ou me adicionar como número +55 11 982986081, me enviar uma mensagem com um “Oi quero saber mais sobre o Clube Vip para Freelancers!” e te explico tudo por lá!

Até logo!

#Vem2018

Um guia inicial sobre vendas para freelancer

Um guia inicial sobre vendas para freelancer

Vender não é um bicho de 7 cabeças, por isso reuni algumas dicas de vendas para freelancer

Como Profissional Freelancer você é seu próprio patrão, tem liberdade de horário, e principalmente liberdade de de lugar para trabalhar… Isso é o sonho de quem já está atuando e de quem quer começar efetivamente e se profissionalizar. Falar de vendas para freelancer não é algo simples, nem por isso precisa ser tachado de chato.

Talvez você não seja “full-time”, e ainda esteja atuando em um emprego/agência. Talvez você já esteja a algum tempo nessa jornada. Seja qual for seu momento agora, acredito que você também pode ter alguns problemas quando o assunto é vender, mas não precisa ser assim, abaixo vou elencar algumas dicas que acredito ser essencial para um profissional freelancer quando o assunto é vender!

1) Mude seu modo de pensar

Você não pode ter MEDO de vender e no geral essa é a primeira barreira. Muitos profissionais vem do mercado tradicional de trabalho e no geral nunca precisaram vender, isso com certeza assusta um pouco, mas acredite depois do primeiro cliente, você poderá até gostar disso.

Outro motivo muito comum para o freelancer se sabotar é que no geral temos uma “mentalidade equivocada”, como se ser vendedor fosse desagradável para o cliente!

Você precisa mudar sua percepção, vender é a ALMA de seu negócio, e se você quer se profissionalizar, você também tem que aprender a vender. Se você acredita no seu produto, e sabe que entrega VALOR para seu cliente, não tema: VENDA. 

Partindo desse princípio, você precisa estar aberto para interagir com pessoas de todos os tipos. Algumas dessas interações vão ser desagradáveis, outras farão seu dia valer muito mais!

DICA PRÁTICA: Tire momentos do seu dia, organize seu dia em blocos de tempo, exemplo:

  • 10h as 12h: Responder e-mails, ligar para clientes, prospectar;
  • 12h as 13h: Almoço
  • 13h as 15h: Projeto 1 (Vamos falar sobre gestão em outro momento)
  • 15h as 17h: Projeto 2

E assim por diante! Assim você não precisará ficar olhando seu e-mail de tempo e tempo e terá o momento certo para se focar exclusivamente EM VENDER.

Lembre também que não é necessário seguir a risca um planejamento assim, mas é necessário um “disciplina focada”.

Outro motivo pelo qual digo que essa dica é especial: você não pode parar de vender mesmo quando sua agenda estiver cheia, isso porque, quando você finalizar todos os seus projetos, você precisa ter novos para substituir, ou poderá não ter o dinheiro necessário para o próximo mês, para as próximas contas! ><

A prospecção TEM que fazer parte da sua rotina!

E claro para NÃO SE PERDER com quem são seus prospectos eu sugiro que utilize algum software simples de CRM (Dá um rápido Google caso não saiba, muito sobre esse assunto), minha recomendação é o AGENDOR (Que é 100% FREE).

Caso não curta muito, sugiro que tenha então uma planilha, como essa aqui, eu explico o funcionamento dela em vídeo que fiz só para isso!

2) Prospectando na real:

Acredito agora o segundo maior problema é “ONDE eu encontro esses clientes?”

Eu já disse um pouco antes que você deve começar a pensar como empresa, e como tal é preciso conhecer seu público-alvo, você NECESSARIAMENTE tem que compreender quem você quer atingir, para quem você quer vender, e definir algumas informações sobre o perfil deles:

É uma pessoa física ou uma empresa? Se é empresa qual é o porte dela? Pequeno, médio ou grande porte? Qual setor de atuação? Quais são os problemas dela? Como você soluciona esse problema? Elas estão no digital? Quais as principais redes sociais dela?

Em um primeiro momento você irá responder essas perguntas de forma empírica mesmo, não há muito o que fazer se você está começando.

Se no entanto você já está na jornada, você pode usar os dados dos clientes que já atende, especialmente aqueles que você gosta, e tem um boa sinergia ao trabalhar com ele.

Uma vez que o perfil do seu público-alvo esteja traçado, vamos a caça…

Acionando sua Rede de Contatos:

NETWORKING é tudo na vida de um profissional independente, definitivamente você precisa ter um Networking, por isso deixei esse assunto para alguém que entende, e aqui deixo o link do Aparelho Elétrico, um supor PodCast!

Uma vez que você esteja iniciando sua carreira freelancer, faça uma lista de todos os serviços/produtos que irá vender e comece anunciando em suas redes sociais, informe os amigos via whatsapp, messenger e até por e-mail, sobre seus serviços, mesmo que eles não sejam potenciais compradores, ainda assim podem acabar indicando para alguém.

Só cuidado, não abuse e não envie uma mensagem robotizada e automatizada, seja HUMANO, e faça isso de uma forma que sua prática não seja considerada Spam!

Essa dica por si só já deverá pingar algum contato e você já poderá prospectar seu primeiro/próximo cliente.

Não perca oportunidades:

Se você participa de eventos da sua área, é um ótimo momento para crescer sua rede de contatos e network, criar novas conexões e até mesmo parcerias!

Alias parcerias é uma ótima forma de começar a encontrar novos clientes, fique sempre de olho, esteja em contato com amigos, escreva para blogs do seu setor, e sempre que pintar uma boa parceria, não deixe passar! Esse é mais um dos milhões de assuntos que quero trazer.

Sua rede não é a única forma de encontrar seus primeiros (ou próximos) clientes, mas para as alternativas que darei adiante você precisará de um pouco mais de esforço e precisará focar suas energias com mais vigor!

Sites para Freelas:

Essa não é a forma que mais gosto, particularmente eu nunca consegui um único contrato por nenhuma delas (Freelancer, Workana, 99Freelas, etc), mas conheço alguns profissionais que até conseguem algo, a troco de algum esforço e muita, muita paciência.

Entretanto o facebook, a maior rede social do mundo, tem variados grupos exclusivos para esse tipo de divulgação, e embora a concorrência seja tão grande quanto nos sites que citei, a dinâmica é melhor e você não terá impedimentos para contatar diretamente seu potencial cliente.

Participe principalmente de grupos de freelas da sua área, mas não se limite a eles, sempre poderá encontrar algo em grupos similares: se você é da área de web, participe de grupos de design, e vice-e-versa!

Crie um programa de indicação:

Se você está no caminho já algum tempo, crie algum sistema de programa de indicação para clientes antigos e ativos.  Ofereça um desconto para cada indicação que ele fizer e fechar contrato, ofereça algum “bônus”, uma arte, uma landing page, um banner, etc, para um próximo serviço.

Essa é uma excelente forma de crescer sua rede, e chamar mais clientes.

4) Fechando negócios.

Partindo do principio que você colocou algumas dessas dicas em prática e conseguiu seu primeiro contato, ele certamente te pedirá um orçamento e por fim te pedirá uma proposta, enquanto não escrevo sobre isso, eu sugiro esse post do Grande Waltter Mattos, lá você poderá ver um modelo bem prático que eu mesmo usava até recentemente (adaptado para minha realidade é claro).

Uma proposta bem elaborada vai facilitar muito a comunicação e o trabalho, nunca deixe de apresentar uma proposta PROFISSIONAL, não mande preço pelo whatsapp, ou direto no corpo do e-mail, isso passará uma sensação de que você realmente não sabe o que esta fazendo.

Elaborada a proposta, formatada e já com a sua identidade visual, anexe-a ao seu email e só então envie.

Uma vez enviada a proposta e as negociações iniciadas, você precisará manter tudo devidamente organizado, então volte ali acima no post e pegue a planilha que deixei pronta pra uso, deixe registrado cada etapa de prospecção, isso ajudará você a se organizar com a quantidade de proposta em andamentos e nunca deixar um cliente sem resposta.

Eu sugiro que você faça follow-up a cada dois dias, então após envio da proposta dê um tempo para seu cliente ler e analisar, caso ele não te retorne envie um novo e-mail até dois dias depoi, pergunte se teve tempo de ler sua proposta, faça um próximo follow-up em mais 3 dias, e assim sucessivamente.

Outra coisa que costumo colocar em prática é delimitar data para expiração da proposta, coisa dentre 10 a 15 dias, a depender de cada projeto. Isso reafirma a necessidade de urgência e mantém seus projetos em dia, uma vez que a proposta tenha expirado, você sempre poderá refazer e recalcular com base nas demandas que você terá na epóca (Posso fazer um vídeo explicando melhor, se quiser – mas deixa nos comentários para eu saber!)

Por fim após o aceite da proposta não deixe de formalizar em documento, e sugiro muito que seja feito um contrato, mesmo que simples (em breve trarei meu modelo que uso e compartilho com amigos freelas!).

Pós venda

Projeto entregue e finalizado, o processo de venda ainda não acabou! Lembre-se que seu cliente é essencial para que seu negócio continue fluindo.

Cada área e projeto é único, por isso falar de pós-venda é um pouco mais complexo e pretendo fazer com maior profundidade no futuro, mas o básico é: após a entrega do seu projeto (site, marca, texto, etc),  pergunte ao seu cliente o que achou, faça uma pequena pesquisa de satisfação e não deixe de pedir um pequeno depoimento, que poderá ser útil principalmente para outras vendas!

O Processo de pós-venda é essencial, jamais entregue um produto e abandone seu cliente, bem possivelmente ele terá dúvidas, ofereça sua assistência para ele, e sim, cobre por isso na hora de calcular o projeto. Parte desse processo também pode envolver a entrega de algo além do contrato (que seja uma arte, um brinde ou mesmo o acompanhamento técnico de algo).

Aproveite esse momento também para perguntar (sem medo ok?) se seu cliente tem alguém para quem te indicar. Isso facilitará e diminuirá um baita ciclo de venda – indicações valem MUITO, e no geral são responsáveis pela maior parte das vendas de um freelancer!

Muito bem eu realmente não esperava que o texto iria ficar tão grande, mas são MUITAS coisas, e muitas dicas! É hora de colocar a mão na massa e conquistar seus próximos clientes! Ainda há muito sobre o que falar, e prometo que volto logo mais! Não deixe de comentar o que achou, como anda suas vendas, e caso tenha alguma pergunta, não hesite em perguntar, estou aqui para te ajudar!

Desejo muito sucesso para suas próximas vendas e que 2018 seja recheado de muita realização!

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