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Como precificar sua hora como freelancer?

Como precificar sua hora como freelancer?

“Quanto você cobra pra fazer tal coisa?”

Você já deve ter ouvido esse questionamento muitas vezes. E já deve ter passado um apuro para fazer as contas rapidamente em sua cabeça e tentar precificar algum tipo de trabalho.

Precificar sua hora como freelancer pode ser uma missão difícil. Afinal, cada cliente é um cliente, cada trabalho apresenta uma complexidade, tem características únicas.

Às vezes ficamos com receio de cobrar um valor caro demais e perder o cliente. Ou de cobrar a menos e ficar no prejuízo.

São vários fatores que precisam ser levados em conta. E é sobre eles que vamos falar melhor a seguir. 

Analise o mercado

Para precificar sua hora como freelancer, você pode iniciar analisando o mercado em que está inserido. Tente descobrir como trabalham os seus concorrentes, quanto cobram e como realizam seus serviços.

Eles possuem algum diferencial? Têm algum valor agregado que enche os olhos do cliente? Alguma forma de pagamento que facilita o fechamento de um negócio?

Conhecendo o mercado, você pode avaliar os valores médios cobrados pela concorrência, pensar em formas de agregar valor ao seu serviço e se diferenciar dos demais ou criar preços especiais e promoções para conquistar o público.

Quanto você quer ganhar?

Uma das formas mais simples e práticas de precificar sua hora como freelancer é pensar em quanto você gostaria de ganhar por mês e fazer o cálculo baseado nessa ideia.

Por exemplo: você identificou que precisaria de um salário de R$ 4.000 por mês, trabalhando 7 horas por dia, em 5 dias da semana e tendo pelo menos 6 semanas livres para tirar férias. Fazendo uma conta básica (ou se quiser facilitar ainda mais, usando a calculadora freelancer) chegamos ao valor de R$ 36 reais por hora.

Poderíamos encerrar por aqui, afinal você já chegou a um valor. No entanto, preciso te confessar: nem sempre esse será o ideal a cobrar por um job.

Se você fosse fazer apenas este cálculo simples, deveria incluir nesse valor que você “quer ganhar” uma análise do quanto outros profissionais ganham ao trabalhar em empresas do ramo. Se você fosse CLT em uma empresa, desempenhando essa função, quanto receberia? Não adianta querer ganhar muito mais do que o mercado paga, não é mesmo?

Quanto você precisa ganhar?

Após a primeira análise, feita anteriormente, vamos mais a fundo: quanto você PRECISA ganhar? Aqui você deve pensar em todos os custos que estão envolvidos no processo.

Descubra quanto gasta mensalmente com luz, água, aluguel, internet, estacionamento, locomoção, locação ou compra de equipamentos, assinaturas de programas ou sites, entre outras despesas.

Somando tudo o que você tem de custo, chegará a um valor. Agora, após analisar o mercado, o quanto outros profissionais ganham e o quanto você gostaria de receber, pode entender se o valor da hora cobrada vai suprir suas necessidades. 

É importante ressaltar, e sempre relembro disso, que esse valor está considerando apenas os seus custos, portanto não estamos considerando aqui o lucro. Você pode e deve adicionar a esses valor um percentual de lucro, algo em torno de 50% a 150% acima do valor calculado. Lucro é o dinheiro que você usará para reinvestir no negócio ou usar para você mesmo.

Quanto o cliente pode pagar?

Na realidade o cliente pagará o que for preciso, desde que ele veja muito valor naquilo que está sendo entregue. Veja os “applemaníacos”. Eles pagam qualquer valor, pois acreditam que o que lhes é entregue realmente vale a pena.

No entanto, o que você precisa entender aqui é que cada trabalho e cliente tem suas particularidades.

Antes de fechar um contrato, busque o máximo de informações sobre o job. Qual a complexidade dele? Quantas horas por dia você se dedicar a ele? Terão gastos extras? Você vai precisar se deslocar, fazer reuniões, adquirir algum equipamento específico?

E mais: esse cliente é grande ou pequeno? Ele poderá pagar pelo que está propondo? Será que ele precisa de uma solução robusta, um trabalho elaborado, ou algo mais simples e prático já resolve o problema?

Não adianta pensar só em você. É preciso pensar no seu cliente; afinal, é ele que vai pagar por seu trabalho e provavelmente será ele que lhe indicará para novas oportunidades. 

Entenda mais sobre o trabalho freelancer

Para que você consiga precificar sua hora como freelancer, é preciso que entenda realmente como funciona esse mercado. Você precisa transformar sua visão sobre o trabalho autônomo e entender que é possível ganhar muito dinheiro sendo freelancer.

Mas, para isso, você precisa ter mentalidade (e atitude) vencedora!

Se você quer aprender e dominar os 7 Pilares do Sucesso Freelancer, precisa fazer parte da Comunidade Freela Pass.

Toda semana você terá conteúdos inéditos sobre um dos pilares. Serão lives, podcasts, artigos, estudos de caso, relatórios, além de conteúdos inéditos de especialistas e muitos outros materiais.

Fazendo parte dessa comunidade, você conseguirá não apenas precificar sua hora como freelancer, mas também prospectar novos clientes, organizar sua rotina, suas finanças e conhecer diversas técnicas e ferramentas essenciais para te tornar um freelancer de sucesso!

Checklist: 5 dicas para vender seus serviços como freelancer

Checklist: 5 dicas para vender seus serviços como freelancer

Ser freelancer é ótimo. Você pode ter sua independência, fazer seus horários, trabalhar com o que gosta. As vantagens são várias!

Porém, nem tudo são flores. Você precisa vender seus serviços como freelancer. E isso não é uma das tarefas mais fáceis do mundo.

Além deste guia inicial sobre vendas para freelancer, compilamos a seguir algumas dicas simples, rápidas e práticas sobre o tema.

1 – Crie conteúdo e seja autoridade no assunto

Uma coisa é fato: as pessoas só te contratarão se acreditarem que você é autoridade no assunto e é muito bom no que faz. Para isso, você pode criar conteúdo e mostrar aquilo que faz, assim as pessoas saberão no que é bom.

Se você é designer, crie conteúdo mostrando seus trabalhos, como funciona seu processo de edição, dê dicas. Se é redator, crie textos, tenha um blog. Existem várias formas simples de criar conteúdo relevante e enriquecedor.

Criando conteúdo você ganha visibilidade, seguidores e, claro, futuros clientes. Aposte no LinkedIn para criar autoridade em determinado assunto e aumentar sua network.

2 – Use suas redes sociais

Já que citamos o LinkedIn, aproveite para usar as redes sociais para divulgar seu trabalho e prospectar novos clientes. Você pode usá-las gratuitamente, criar conteúdo, se conectar a diversos clientes em potencial e fechar novas vendas.

Você não precisa estar presente em todas as redes sociais, porém é importante definir aquelas que fazem mais sentido para o seu negócio e onde você estará mais próximo do seu público.

3 – Cultive networking, saia de casa, vá a eventos

Além de cultivar uma rede de contatos online em suas redes sociais, é importante que você cultive contatos no mundo offline. Se você trabalha como freelancer em um home office, pode fazer atividades que te tirem um pouco de casa e botem em contato com outras pessoas.

Faça academia, vá a um curso, trabalhe em um espaço de coworking, vá à igreja, faça parte de associações de empreendedores, pratique algum esporte com amigos, etc. As opções são variadas. Você só precisa deixar a preguiça de lado e sair do ninho.

4 – Venda em sites específicos, grupos, etc.

Uma forma de vender seus serviços como freelancer é anunciar em sites especializados, grupos de Facebook, WhatsApp, entre outros. Hoje existem diversos sites especializados, alguns mais genéricos e outros focados em determinadas áreas.

Faça uma pesquisa para encontrar aqueles que mais se encaixam em seu negócio. Alguns deles, que apresentam diversas oportunidades em vários ramos, são: Workana, Jobzz, GetNinjas, Crowd, entre outros.

Faça também uma pesquisa por grupos do Facebook com trabalhos freelancer. Uma rápida busca por palavras-chaves dessa área pode te colocar em contato com diversos profissionais e oportunidades.

5 – Aprenda a multiplicar o número de clientes usando  técnicas de prospecção

Com técnicas e ferramentas especiais você conseguirá multiplicar o número de clientes e despertar o seu perfil vendedor. Sim, é possível. Vender bem não é um dom. É treino, paciência, inteligência e requer muita prática.

Neste Manual Freelancer de Prospecção e Vendas você vai aprender a ter uma mentalidade vendedora e proativa, entender se vale mais para você ser generalista ou especialista, criar uma rotina de vendas, negociar como um mestre e reter aqueles clientes importantes para o seu negócio.

Não perca tempo e aprenda agora mesmo os segredos para se tornar um freelancer de sucesso!

6 Dicas para montar seu portfólio freelancer

6 Dicas para montar seu portfólio freelancer

Um bom freelancer que se preze precisa ter um portfólio que consiga vender suas habilidades. Principalmente no começo da carreira, é muito importante ter algo que mostre suas competências, seus trabalhos realizados e os resultados alcançados.

A seguir, vou mostrar muito mais do que apenas ferramentas para ajudar na criação de um portfólio freelancer. Você vai entender algumas estratégias essenciais para conquistar seus clientes.

1 – Entenda quem é seu cliente

Primeiro você precisa entender para qual cliente enviará seu portfólio. Por isso, talvez seja interessante ter várias versões dele de acordo com o tipo de cliente com o qual está lidando.

Se você é designer e precisa enviar o portfólio para uma agência, pode ser interessante mostrar suas habilidades em ilustração, ou aqueles anúncios incríveis que criou. No entanto, se seu cliente é uma pequena empresa que quer um novo logotipo, talvez precise apenas ver os trabalhos que você criou com esse objetivo.

2 – Aprenda a selecionar os trabalhos mais relevantes

Juntamente com a dica anterior, é importante que você consiga sintetizar em seu portfólio os trabalhos mais importantes e as informações mais relevantes. Não é necessário colocar tudo o que você já fez na vida.

Pense nos trabalhos que mais demonstram as suas habilidades e competências e, principalmente, tente sempre colocar os resultados alcançados por meio desses trabalhos. Se você é redator e escreveu um ebook, pode ser interessante contar quantos downloads e como foi a recepção do cliente e de seu público.

3 – Tenha auxílio de ferramentas, modelos, plataformas, etc.

Você pode usar diversas ferramentas e plataformas para fazer seu portfólio e até usar modelos já prontos. Uma boa alternativa para isso, apresentando vários modelos gratuitos e com versões para smartphone e desktop, é o Canva.

Se você é designer e quer divulgar peças gráficas, pode usar o Carbonmade ou o Behance. E, caso seja redator, pode usar o Contently.

Outra dica é usar as redes sociais para divulgar seu trabalho e criar um portfólio online. O LinkedIn, por exemplo, é uma rede profissional que vem crescendo exponencialmente. Lá é possível colocar todas as suas experiências anteriores, além de criar conteúdo que ficará sempre online e vinculado a sua conta.

O Instagram, o Pinterest e outras redes sociais também podem servir bem para esse propósito. Basta saber organizar as informações e fazer isso de forma criativa.

4 – Se você ainda não tem nada, invente!

Tem uma frase muito comum entre startups iniciantes no Vale do Silício: “Fake until you make it”. Algo como: finja até ser verdade ou finja até fazer realmente. Nesse caso, se você almeja algum trabalho, mas está iniciando no ramo, crie para clientes imaginários, faça as famosas peças-fantasma.

Essa prática é muito comum para universitários, principalmente nas áreas de criação. Se você nunca fez um logotipo para nenhum cliente, imagine um redesenho para uma marca famosa ou crie um novo para aquele seu amigo ou parente.

5 – Tenha um site próprio

É superimportante que você tenha um site próprio para divulgar o seu trabalho. Primeiro porque isso não vai te deixar refém de uma plataforma ou ferramenta de terceiros. Se um site onde hospeda suas informações sair do ar, o que fazer?

Com um site próprio você pode organizar tudo do seu jeito, pode incluir vários tipos de conteúdos e materiais diferentes, enfim, existe uma possibilidade de personalização imensa.

6 – Aprenda com quem já é freelancer

Se você quer receber ainda mais dicas para montar um portfólio freelancer, entre outros temas, precisa ouvir o podcast Freela Talks. Toda semana nós convidamos um profissional freelancer para falar sobre a sua área de atuação e dar diversas dicas e insights. Procure e nos siga pelo Spotify ou no seu agregador de podcasts favorito.

O que é procrastinação e 5 dicas de como lidar com ela

O que é procrastinação e 5 dicas de como lidar com ela

Procrastinar. Uma das palavras que estão na moda hoje em dia. Também pudera!

Nunca procrastinamos tanto em nossas vidas. Com milhares de estímulos ao redor, a todo momento, fica difícil focar em algo, aí acabamos adiando, deixando para depois

Isto é procrastinar: deixar para amanhã (ou sabe-se lá quando) o que DEVERÍAMOS estar fazendo AGORA!

Assim, vamos “tocando com a barriga”, “dando migué” ou qualquer outra gíria que demonstre que não estamos nem um pouco a fim de fazer aquele trabalho ou tarefa que deveria estar sendo realizada.

Calma. Nem sempre procrastinar é ruim.

Existem momentos em que você precisa procrastinar. É a chamada procrastinação criativa. Aquele momento em que você dá um tempo no trabalho para ver uma série, dar uma caminhada, fazer um café, conversar com um colega.

Esses momentos são importantes e saudáveis. Eles vão te ajudar a não pirar. Porém, podem ser um problema quando você os usa como desculpa para fugir do que precisa ser feito em qualquer oportunidade.

Não espere ter disposição

Você precisa aceitar que nem sempre estará motivado. A motivação é como uma bateria que precisa ser carregada de tempos em tempos. Por isso, nem sempre você vai estar supermotivado e disposto a fazer tudo, com aquela inspiração divina para resolver todos os seus trabalhos com um sorriso no rosto.

Haverá dias em que você vai querer jogar tudo para o alto e sumir. Mas, nesse momento, pense nos boletos, no seu sonho da casa própria, no carro de luxo, nas viagens para a Europa. Se agarre nisso e vai sem disposição mesmo, só com o sangue nos olhos!

Ou melhor: aprenda a criar a sua disposição. Não espere por ela, porém crie um ambiente onde ela consiga surgir, trabalhe com algo que você goste, esteja cercado de pessoas positivas. Atitudes assim farão você ter mais disposição para enfrentar os desafios diários.

Crie uma rotina

Algumas rotinas são ótimas para nos botar nos eixos e evitar que a gente caia na cilada de se perder, sem saber a hora de trabalhar e a hora de procrastinar. Uma técnica interessante que costumo usar é a do Bloco de Tempo. Com ela você organiza suas tarefas em pequenos ou grandes blocos com assuntos semelhantes, deixando você focado em coisas parecidas.

Você pode ajustar a rotina para ter uma hora específica para esquecer de tudo e trabalhar, desligando celular e outras distrações e, claro, pensando em momentos de lazer.

Acabe com as distrações

Utilizando a técnica anterior e mais algumas dicas de organização, você pode ajustar sua rotina e também acabar com as distrações. Quando isso acontecer, terá uma noção dos momentos em que deve esquecer de tudo e focar e quando poderá se distrair um pouco.

Se você não consegue pelo amor, que seja pela dor! Instale aplicativos que bloqueiam outros apps em seu smartphone, deixe longe de você; tire TVs ou outros aparelhos que possam tirar sua concentração; e, se preciso for, busque um lugar só seu, longe de tumulto para trabalhar.

Aceite que talvez você precise de ajuda

Você não é o Batman, nem o Superman. Você pode não conseguir se livrar das garras da procrastinação tão fácil. E tá tudo bem! Só não vale ficar parado vendo essa situação te arrastar para o limbo.

Então, faça alguma coisa! Você começou bem, está lendo este artigo. Agora pode ir mais a fundo. Se quer aprender mais técnicas, conhecer aplicativos e outras dicas para se manter sempre produtivo, convido a participar do Workshop de Planejamento e Produtividade para Freelancers.

Este workshop acontecerá online e será totalmente gratuito! Basta se cadastrar neste link e aguardar até o dia da transmissão. Vou te contar todas as técnicas e dicas essenciais para fazer você elevar sua produtividade e finalmente acabar com a procrastinação.

Bloco de Tempo: técnica simples para organizar melhor seu tempo

Bloco de Tempo: técnica simples para organizar melhor seu tempo

A produtividade é o novo Santo Graal da nossa geração. Todo mundo está em busca de técnicas, métodos, aplicativos e toda sorte de maneiras que nos auxiliem a ser menos desorganizados e mais produtivos.

E quando falamos em organização para freelancer, o buraco é mais embaixo; afinal, o freela só depende de si mesmo, dificilmente tem uma equipe, algum superior que organiza sua rotina ou presta suporte no gerenciamento de suas tarefas e horários.

Nessa guerra, em meio a milhões de estímulos, diversas coisas para nos tirar a atenção, estamos sozinhos. Ou encontramos um jeito de sobreviver, ou seremos sugados pela falta de tempo e a procrastinação.

Assim, algumas técnicas simples para organizar melhor o tempo são essenciais. Uma delas, que gostaria de mostrar aqui hoje, é o Bloco de Tempo.

O que é Bloco de Tempo?

Essa técnica faz jus ao título que colocamos lá em cima. É bem simples: consiste em agrupar, em blocos, tarefas parecidas e definir um tempo específico para elas.

Por exemplo: pela manhã, das 9h às 10h30, você vai checar seus e-mails, respondê-los, olhar suas redes sociais, ler as notícias, conferir sua agenda e fazer tudo o que precisa ser feito no seu computador. Logo após, das 11h às 13h você vai preparar seu almoço, comer, limpar toda a cozinha e deixar tudo organizado.

Entendeu? Pensando na rotina de um freelancer, é uma forma de agrupar tarefas parecidas pra evitar ficar pulando de um assunto para outro, já que isso nos dispersa e cansa mentalmente.

Imagine se você não agrupar suas tarefas por blocos de tempo: está respondendo a um email, depois precisa atender um cliente, em seguida vai pagar uma conta, volta para comer um lanche. Percebe o tanto de coisa diferente que você está fazendo e o tanto de dispersão e confusão que isso pode gerar?

Essa técnica do Bloco de Tempo serve pra mim?

A parte boa dessa técnica é que ela pode ser adequada para qualquer pessoa, até mesmo uma dona de casa.

Esse método de organização pode ajudar você a ter mais produtividade e ainda ajuda aqueles à sua volta a entenderem sua rotina, tornando tudo mais fácil pra todos. Por exemplo: se você define um bloco de tempo no período da tarde para resolver problemas internos da sua empresa, seus funcionários já saberão que aquela é a melhor hora para solicitar algo nesse assunto.

Se você é um freelancer que trabalha em casa e define que no período da manhã vai focar em resolver todas as pendências dos seus clientes, aqueles que moram com você saberão que essa não é uma boa hora para te interromper.

Digital ou físico? Blocos curtos ou longos?

Usar um bloquinho, calendário físico, post-its ou fazer tudo no calendário digital? Você decide. Esse método permite a aplicação de diversas formas. Você vai decidir como fica melhor.

O ponto principal é experimentar e se adequar ao que melhor se encaixa na sua realidade. Isso vale, inclusive, para o tamanho dos blocos de tempo que você definirá. Podem ser vários blocos curtos ou um mais longo.

Isso vai depender se você se dispersa rapidamente e não consegue se concentrar muito tempo em determinada tarefa. Nesse caso, blocos mais curtos podem ser mais eficientes.

Como ser ainda mais produtivo?

Se você quer aprender mais técnicas, conhecer aplicativos e outras dicas para se manter sempre produtivo, convido a conhecer nosso livro digital: O Jeito Ser Freelancer de Produtividade

Aprenda tudo o que está por trás das mentes mais produtivas e como fazer seu tempo render muito mais trabalhando menos!

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